Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Uma Vida De A a Z

Ainda Bebia Com

Dois Estranhos Felizardos,

Gastando Horas Intermináveis

Juntando Lindas Memórias.

Naqueles Obscuros Pensamentos

Que Revelavam Sua

Tediosa, Ultrapassada Vida.

Xingava, Zombava. Xucro,

Voltava Ultrajante, Totalmente

Sóbrio. Repentinamente Quedou-se

Pelos Olhos Naquela

Mulher. Linda, Jogava

Infinitas Honrarias. Graciosamente,

Ficou Estático. Decidiu


Caçar Belos Amores.

domingo, 31 de março de 2013

Águas


Águas calmas
afogam meus pensamentos.
E lava as dores e alegrias
de dias que já foram
dias que não regressam.
Não mais.

Como cristal, azul incolor
doce e insípido frescor
Reflete para mim
o brilho dos olhos de Deus.
E tranquiliza a alma.

E com ondas incessantes
revive incontáveis memórias.
E tudo volta, como uma pancada.
Lembranças de dias que não existiram,
memórias das coisas que deixei de fazer
pensamentos do futuro.
Um vazio se abre no mar.

Me jogo de braços fechados
no intenso e enorme frio da água.
E acalma a mente cansada,
cansada de segurar
a água que precisa ser desaguada
limpando olhos e mágoas.

sexta-feira, 22 de março de 2013

(Rot)ina

Sala 1
Universidade
E pense, "Pensi"
910
Cacuia, Cocotá.

Carioca
Shopping
Neruda
Meia, dois, nove
Novo Asfalto
Cuscuz
Me
induz

Cocada
é da boa
Bom é
malhar
Poeta do mundo
malhar a mente
aqui ou acolá.

Dorme, cabelos
de fogo.
Bela é, ó
armação vermelha
Plaquetas combinam
Sorria, fale
Se exalte
Se alegre
Se...

Hiper
ativa
Mulambo
barbudo
Quieto
aquiesce.

Corre, correio
Aproxima-me
por letras.
Perdão imperfeito
como em
noites de terror.

Transição
informal
coloquial
Função
afim, de mim?
Paralelismo
assimétrico
Revoluções
e então
comigo
contigo
consigo
desperto.

O quê?




quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Palavras ao vento.

E o Sol brilha
nos dias de morte
E a chuva cai
Dilacerando a sua,
a minha melancolia

E nada do que foi dito
nada do que as línguas pregam
nada deve,
nada será,
levado em consideração.

E as nuvens limpas se abrem
glorificando sua tristeza
E o tenebroso céu de tempestades
se prostra diante sua felicidade.

Mas ainda existem
aqueles
Ousam acreditar que ainda podem
tudo
Mas nada podem
E estão errados em ditar suas
regras
Àquilo que é maior e
indomável.

Mas ainda tentam
falham
e tentam
Manipular a tudo,
todos.
Como palavras vãs jogadas ao vento.